Espetáculo dirigido por Clara Carvalho segue temporada na capital

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O que faz com que sejamos o que somos e nos apaixonemos por alguém? É possível desencadear uma paixão entre duas pessoas? Até que ponto somos meras marionetes fisiológicas tentando ser autoras de suas vidas? Pode existir um Viagra do amor? Estas questões permeia o espetáculo A Reação, de Lucy Prebble, sob direção de Clara Carvalho, que segue em cartaz até o dia 20 de dezembro, no Teatro Vivo.

Dois jovens voluntários aceitam participar de uma pesquisa com remédios antidepressivos, supervisionados pelos renomados psiquiatras, a Dra. Lorna e o Dr. Thomas. A estudante de psicologia Connie e o jovem sedutor Tristan vivenciam assim a dúvida sobre a autenticidade de suas paixões e sofrem com a imprevisibilidade do amor, numa montanha russa de sensações.

A trama desenrola de maneira eletrizante e dinâmica discutindo de maneira divertida e inteligente um dos assuntos mais polêmicos da atualidade: a depressão, suas causas e as conseqüências da medicação a curto ou longo prazo.

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Além de divertir, entreter e contar uma história de amor, a peça reflete sobre uma questão muito importante e difícil nos dias de hoje que é a depressão como diagnóstico. Questiona também os limites da medicina e os polêmicos caminhos da indústria farmacêutica. Trazer este assunto de forma aberta, divertida, tendo o amor como pano de fundo, proporciona um debate mais do que necessário nos dias de hoje.

No elenco, Andre Bankoff, Isabella Lemos, Kadi Moreno e Rubens Caribé.

Serviço:

A Reação
Teatro Vivo
Av Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi
Sexta, às 21h30; sábado, às 21h; e domingo, às 18h
Até 20 de dezembro
Recomendado para maiores de 16 anos
90 minutos.

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