Claudia de Souza e companhia não deixam o samba morrer

Não é qualquer samba não, malandro! Claudia de Souza levou a sério o pedido feito na canção Não deixe o samba morrer, de Edson Conceição e Aloísio Silva, gravado em 1975 e desde então e-ter-ni-za-do por Alcione, a Marrom. Tanto que ela e sua companhia de dança se lançaram em uma trilogia dedicada ao brasileiríssimo gênero musical. A terceira parte é apresentada em outubro e ganha o nome de Beija minha mão.

Foto: Divulgação

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A imersão no mundo dos cavacos e cuícas, começou com Profanação em 2012. Desde lá, Claudia já estava interessada em pesquisar as origens e a tradição do samba. A pesquisa se desdobrou. Porque: pensa em um ritmo que tem história para contar! Roda de Pólvora veio na sequência em 2014. Neste ano, além de encerrar a trilogia, a estreia de Beija minha mão integra as comemorações dos 20 anos da Cia. Danças Claudia de Souza.

O trabalho evidencia a cultura brasileira e seus aspectos sociais, para além do folclore. O corpo que sobe ao palco está no seu limiar. As intérpretes Cristiana de Souza, Janaína Castro, Yeda Peres e a própria fundadora da companhia, Claudia, buscam estímulos sonoros e sensoriais, fazendo a plateia dialogar também com suas próprias vivências na música e na dança que tanto retrata o cotidiano de brasileiras e brasileiros.

Pois, até o “sambista mais novo” há de reconhecer a importância social, histórica, política e simbólica do samba e, antes de se despedir, beijar a mão que batuca o pandeiro. Para jamais deixar o samba morrer.


Beija minha mão
Cia. Danças Claudia de Souza
6 a 9 de outubro
Quinta a sábado, 20h; domingo, 19h
Galeria Olido
Grátis
Retirada de ingressos na bilheteria 1 hora antes
Livre
50 minutos

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