Este é o suplemento de cardio do futuro | Fitness

Pulmões no limite, músculos das pernas, cheias de ácido láctico… melhorar a condição física geral, implica um novo patamar de sofrimento. No entanto, já não é necessário esmagar o corpo para ganhar resistência. Pesquisadores da Universidade de Cambridge (EUA) vem estudando uma nova fonte de energia que poderia ser tomado como suplemento: os ésteres cetónicos.

Em estudos com ratos, estes compostos químicos orgânicos aumentaram tanto a resistência à fadiga como a acuidade mental em maior medida do que as gorduras e os carboidratos. Geralmente, o corpo tem que passar fome para ativar a produção de cetonas. Durante este processo chamado cetose, o organismo entra em “modo de sobrevivência” e decompor as reservas de gordura para fornecer energia rápida para os músculos e para o cérebro. Mas agora que já não saímos para caçar mamutes (mamutes, os cientistas estão procurando uma maneira mais fácil de entrar nesse estado.

Se bem que os ensaios com seres humanos estão ainda em fraldas, da Universidade de Oxford (Reino Unido) mostrou recentemente uma bebida cetónica, com 39 ciclistas. Segundo comprovaram, este suplemento (uma forma mais simples do éster do que vem, similar aos óleos “energizantes” que tanto agradam aos amantes de produtos naturais) ajuda o organismo mudar de glicose a gordura como principal fonte de energia, o que resultou em um melhor resultado de ciclistas em uma prova de resistência. Este achado pode ser de grande valor se você pegar uma vagabunda, quando já tem a linha de meta à vista. Enquanto espera a que os cientistas façam mais testes, mostramos alguns ingredientes que podem melhorar o seu estado de forma para que você possa começar a limar segundos para o cronômetro e a partir de hoje mesmo.

Óleo MCT
Este óleo (o que se lançam no café cérebro de silício (Silicon Valley) contém triglicerídeos de cadeia média, que fornecem combustível rápido, estabilizam o nível de açúcar no sangue e ajudam o organismo a produzir corpos cetónicos. Você pode adquiri-lo em lojas especializadas em nutrição esportiva.

Carne
Um bom bife carregado de proteínas irá ajudá-lo a aumentar a percentagem de calorias que você obtém da gordura. 66% são as condições ideais para a criação de cetonas.

Manteiga
7% da manteiga são triglicerídeos de cadeia média, e é por isso que é um dos melhores alimentos para produzir corpos cetónicos. Qualquer desculpa para zamparse uma torrada (integral) tem a nossa aprovação.

Entrevista a Fernando Belasteguín e Sanyo Gutiérrez | Esportes

Qual você diria que é o seu melhor recurso técnico?

B: a vontade de continuar melhorando dia-a-dia, escolheria como minha principal virtude.

G: eu Acho que sou muito perigoso quando a bola vem por cima. Eu diria que qualquer tipo de leilão é o meu melhor golpe.

Qual seu ponto fraco confesable?

B: Muitos! É Por isso que considero que devo melhorar em todas as facetas do jogo.

G: O voleio de direita.

Quem é o seu referente desportivo?

B: Eu gosto de muitos atletas: Messi, Nadal, Federer, Maradona, Michael Jordan… é que eu sou um louco do esporte e gosto de todos!

G: Como ídolos, Federer e Messi. Como referência no padel, Cristian Gutiérrez.

Como é que a vitória está mais orgulhoso?

B: eu Espero que o melhor triunfo que ainda está por chegar, ainda me restam cinco ou seis anos de padel.

G: o meu primeiro título internacional Maiorca 2011 com Sebastian Nerone.

Um momento em que tenha pensado jogar a toalha e por que

B: Quando eu tinha 18 anos na Argentina, havia conseguido os objectivos muito rápidos com o padel e deixe durante cinco ou seis meses de jogar a nível profissional para estudar e voltar ao futebol. Uma ligação de um colega que tinha ficado sem um companheiro para vir para jogar 30 dias a Espanha me fez retomar os treinos e desde essa vez (1999) não parei mais. Uma história um pouco louca que eu a descrevo em meu livro, Esta é a minha história.

G: Nunca. Tive sempre muito claro o que queria, desde os 13 anos disse à minha família que me viria a competir em Portugal. Passei por maus momentos que hoje me fazem mais forte.

O que tem o padel que não tenha outro esporte?

B: A nível amador, é um esporte com o que é fácil passar muito bem desde o primeiro dia que você entra em uma pista. Não conheço muitos esportes em que passar isso.

G: Se joga com o coração. Por ser um esporte no qual não se ganha muito dinheiro em comparação com os outros, você começa e segue pela paixão.

O padel viveu um boom há alguns anos em Portugal. Em que ponto está este esporte agora mesmo em nosso país?

B: A nível amador, ainda pode continuar a crescer ainda mais. A nível profissional, nós somos um produto muito novo que temos tudo para crescer. Temos que copiar e aprender de grandes esportes já consolidados. Mas nos falta muito a percorrer. Muitos anos mais!

G: A verdade que pelo o que eu vejo quando treino é que a cada dia joga mais pessoas, mas não estou seguro disso. O saberá melhor o dono de algum clube ou alguém relacionado com uma marca de pás. Em torneios, o público é cada vez maior.

Três dicas básicas para alguém que está começando no padel

B: Simplesmente, que se divirta. E se você quer aprender mais rapidamente, que se coloque nas mãos de um professor. Certamente perto de sua casa terá um clube e muitos professores com vontade de ensinar.

G: se Divertir em primeiro lugar, ter aulas e usar o material adequado para prevenir lesões.

Fernando, sempre se orgulhou de sua ação solidária relacionada com o esporte. Fale-nos um pouco da escola de padel que você tem na Argentina

B: É o melhor que já me aconteceu na minha carreira esportiva, poder ter uma escola de crianças “especiais” com o meu nome. E sempre vou dizer que são “especiais” porque não têm nenhuma das misérias (inveja, mentira, falsidade, rancor…) que temos que nos consideramos normais.

Catorze anos consecutivos como a número 1, Fernando. Qual é o segredo?

B: e a vontade de melhorar a cada dia. O dia que eu retire vou estar mais orgulhoso de ter dado tudo que dos 14 anos consecutivos como a número 1 do mundo.

Treinando com… Javier Estrada | Fitness

Se a primeira impressão é a que fica, Javier Estrada, apresentador do programa bem sucedido “Ao pé da letra”, começa com bom idem: 10 pontualidade. Após o encontro, entramos nas magníficas instalações do ginásio Virgin Active, no centro comercial Heron City de Barcelona. Começamos a conversar. Mas sabemos de seu passado como jogador de tênis profissional, queremos saber a história de primeira mão. “Aos 14 anos, já despontava com uma raquete nas mãos”, recorda, “e logo depois me tornei profissional”.

Eram tempos duros em que aconteciam os treinos. “Dedicava 30 horas semanais, das quais nove eram de preparação física”, confessa. “Meu ponto forte sempre foi a condição física. Quanto mais se alegrava um jogo, mais chances tinha de ganhar”. Mas a vida também joga duro e em um desses reveses duas mãos, Javier sofreu uma hérnia de disco que lhe obrigou a passar três meses escayolado e na cama. Ponto de partida: o nosso protagonista teve que deixar a quadra e afastar-se da alta competição para sempre.

Muito as coisas mudaram desde então. De fato, Javier confessa que agora, fisicamente falando, é o contrário que em seus anos de glória esportiva. “Eu começa a falhar o fundo”, diz ele, “e se eu perder o primeiro set, dificilmente remontaré o jogo”.

Agarrando-se a sua modéstia, Javier Estrada insiste em dizer que não está em forma. Sua aparência a contradiz. Confirmo a sua natureza de excelente atleta quando tira suas esponjas para a aderência de barras e halteres. Só alguém que sabe o que é treinar as leva sempre consigo.

Levo um minuto com ele e tenho a sensação de que somos amigos de toda a vida. Apesar de sua educação e modéstia lhe impedem de se orgulhar disso, não me cabe nem a mais mínima dúvida de que é capaz de fazer bem qualquer coisa que se proponha. A questão é saber se você também triunfará com nosso treinamento.

Se a primeira impressão é a que fica, Javier Estrada, apresentador do programa bem sucedido “Ao pé da letra”, começa com bom idem: 10 pontualidade. Após o encontro, entramos nas magníficas instalações do ginásio Virgin Active, no centro comercial Heron City de Barcelona. Começamos a conversar. Mas sabemos de seu passado como jogador de tênis profissional, queremos saber a história de primeira mão. “Aos 14 anos, já despontava com uma raquete nas mãos”, recorda, “e logo depois me tornei profissional”.

Eram tempos duros em que aconteciam os treinos. “Dedicava 30 horas semanais, das quais nove eram de preparação física”, confessa. “Meu ponto forte sempre foi a condição física. Quanto mais se alegrava um jogo, mais chances tinha de ganhar”. Mas a vida também joga duro e em um desses reveses duas mãos, Javier sofreu uma hérnia de disco que lhe obrigou a passar três meses escayolado e na cama. Ponto de partida: o nosso protagonista teve que deixar a quadra e afastar-se da alta competição para sempre.

Muito as coisas mudaram desde então. De fato, Javier confessa que agora, fisicamente falando, é o contrário que em seus anos de glória esportiva. “Eu começa a falhar o fundo”, diz ele, “e se eu perder o primeiro set, dificilmente remontaré o jogo”.

Agarrando-se a sua modéstia, Javier Estrada insiste em dizer que não está em forma. Sua aparência a contradiz. Confirmo a sua natureza de excelente atleta quando tira suas esponjas para a aderência de barras e halteres. Só alguém que sabe o que é treinar as leva sempre consigo.

Levo um minuto com ele e tenho a sensação de que somos amigos de toda a vida. Apesar de sua educação e modéstia lhe impedem de se orgulhar disso, não me cabe nem a mais mínima dúvida de que é capaz de fazer bem qualquer coisa que se proponha. A questão é saber se você também triunfará com nosso treinamento.

Começamos e nos colocamos a aquecer na passadeira. Acontece que este é precisamente o seu exercício favorito. “De fato, é o único que eu faço ultimamente”, confessa. Hoje não.

Passamos a testar a placa vibratória Power Plate. Fazemos cerca de isométricos de quadríceps e, já na segunda série, colocamos a máquina em cima. “Nunca tinha provado este tipo de aparelhos e adorei”, diz Javier enquanto estica as pernas. “Em três minutos você pode fazer o trabalho de um quarto de hora. Visto de fora, pode parecer que não faz nada, mas te garanto que amanhã terei dores musculares”.
Em seguida, nos dirigimos para a área de tonificação. Começamos o peito, com um press inclinado em que fazemos as quatro séries até a falha. Em seguida, passamos ao pec deck, onde fizemos mais quatro. “Não sei o que me acontece… normalmente levanto 10 quilos a mais”, afirma. O tranquilizo explicando que é normal: o inclinado levantam-se entre 10 ou 15 quilos a menos do que no horizontal.

Na vida de Javier Estrada há sempre tempo para o esporte. Ou pelo menos tenta. Arranhando minutos a conflitos de agenda (grava três programas por dia), consegue fazer uma hora de exercício por dia. “Todo mundo tem tempo para treinar”, diz. “Eu estou sempre em cima de uma bolsa com equipamentos esportivos, viagem onde a viagem e o que você faça. Não sou capaz de dormir em paz se eu não ganho uma boa ducha”.

Depois do peitoral, toca bíceps. Fazemos quatro séries de onda de barra, e quatro a mais do martelo. Embora nós estamos com as rígido, Javier quer mais. Surpreende-Me pidiéndome alguns fundos, quatro séries de 10 repetições nas paralelas. E, de sobremesa, ainda, precipitando-se na máquina de flexões. Mas é que, além disso, depois de trabalhar bíceps, completa oito dominadas perfeitas. “Quando eu tinha 14 anos, não podia fazer nem uma. Me dava muita raiva”, lembra. “Talvez por isso, quando passo na frente de uma barra, não posso evitar colgarme e fazer todas as que eu posso”. As flexões são uma constante em sua vida esportiva. “Quando eu vou treinar com meus amigos (quase todos antigos tenistas) jogamos o relógio: começamos por cinco dominadas e vamos subindo uma em cada série, até chegar a 12”.

E como é o trabalho no ginásio de pedra da Estrada? “Eu não posso ter uma rotina de treinamento para o uso, porque não sei quando poderei me passar o ginásio”, diz, “assim que, a cada vez que eu vou, eu tento fazer de tudo um pouco e treinar o corpo de forma completa: quatro séries de supino, quatro de bíceps, quatro de fundos, quatro de flexões e uma carreira”. O que não lhe falta razão: é um bom conselho para aqueles com horários difíceis.

Na sala de musculação seguimos com uma série de abdominais. “Desde que fui diagnosticada com a hérnia, tento fazer 500 por dia”, diz. E sublinha, levantando-se um pouco a camisa. Uma parede abdominal bem trabalhada confirma que não mente. Com tudo, eu aconselho que saia o ritmo. A questão é reduzir a quantidade e aumentar a intensidade. Se o demonstrar com fatos: completamos uma série de psiquiatras com movimentos mais lentos, para que assim a sua volta sofrer menos, primeiro na esteira e depois sobre a bola suíça. “Tenho notado mais esforço e em menos tempo. Eu usarei essa rotina”, promete.

Para terminar a sessão, exercícios de estabilidade. A perna apanhe sobre o bosu (plataforma acolchoada de 65 cm de diâmetro e em forma de meia esfera), passamos a uma bola medicinal de três quilos. Se lhe vêem maneiras e vai sobrado perícia: apesar de não ter feito este exercício, consegue manter o equilíbrio.

Terminando a sessão, Javier volta a surpreender. “Bem, eu vou fazer umas braçadas na piscina, que há muito que não nado”. E este é o tipo que assegura não ter um bom fundo físico?
Foi um treino duro, mas também divertido. Eu fico com uma anedota que ilustra perfeitamente o caráter de Estrada. Em uma das muitas ocasiões em que alguém se aproxima para parabenizá-lo pelo seu trabalho, coloca-se a meu lado e, abanando a cabeça, diz-me: “O melhor do meu trabalho é fazer as pessoas felizes”. Como sempre, diz a sério, sem pitada de condescendência. Um grande tipo.

O embaixador, que o puxou para mais músculo | Esportes

Quantos dias você treina por semana? Você trabalha com um treinador?
Depende da minha agenda, porque o solo estar ocupado. Mas, enquanto encontro um buraco, eu aproveito. Tratamento de treinar todos os dias a fazer flexões ou abdominais, e os fins de semana eu uso o ginásio que montei na residência da embaixada, durante uma hora. Tive um treinador, mas era muito difícil ficar com ele por causa de meus compromissos e mudanças na minha agenda.

Falemos da sua agenda. Com tantos atos e pessoas ao redor, deve ser difícil manter a rotina. Como conseguir equilibrar trabalho, vida social e treinos?
Se você tem uma agenda apertada como a minha, não te resta outra que estar ativo ao longo do dia, sobretudo em Portugal, com jornadas desde primeira hora da manhã até o final do dia. Ter em conta o exercício, a alimentação e os hábitos saudáveis representa grande parte do sucesso. Se não o fizesse, não poderia render ao nível que o faço como embaixador.

O Madrugas ou prefere deixar para o final do dia?
Geralmente, não treino pela manhã. Faço algumas flexões e abdominais antes de sentar-me no meu escritório, mas costumo correr ou treinar à tarde.

Além de correr, o que os outros esportes você gosta?
Não tenho tempo para outros esportes, mas agora ele jogou futebol americano na escola, e eu tenho uma quadra de tênis na minha casa, na Califórnia, e que, às vezes, pratico um pouco. Basicamente, tento comer bem e fazer o máximo de exercícios possíveis.

Os norte-americanos practicáis esporte desde a infância, mas no Brasil estamos longe disso. De fato, existem cada vez mais a obesidade infantil. E a Educação Física é considerada uma disciplina menor. O que você pensa sobre isso?
Durante meus anos de escola, aprendi que a atividade física era obrigatória. Tínhamos uma hora de exercício por dia. Íamos para o ginásio, nos cambiábamos e fazíamos esporte. Depois, na hora do recreio, era também o momento da atividade física. Os norte-americanos crescemos com isso de modo natural, faz parte de nosso currículo, como a língua, as ciências, a História… a Educação Física é uma mais. Ao crescer, se por familiar ou por iniciativa própria, se quiser fazer parte de uma equipe, será fácil fazê-lo na escola, de modo extraescolar, como eu fiz durante dois anos.

Para um governo, o gasto em esporte é investir?
Sim. Isso foi parte do programa do presidente Obama, relacionado com as políticas de educação saudável e nutrição, que vão unidas para as políticas de saúde. Se cuidas de ti mesmo, quando você é jovem (ensinas e acostumar seu corpo a mover-se e a comer bem), reduz grande parte do custo em políticas de saúde no futuro. É melhor investir no futuro para prevenir essas doenças. E, além disso, reduz custos.

Também se lhe conhece como um grande defensor dos animais. É verdade que você é vegetariano?
Não exatamente. Como quase de tudo, menos carne, peixe, ovos, queijo… Nos EUA o chamamos pescaterian.

E como conseguir todos os nutrientes de que necessita?
O chefe da embaixada, Byron Hogan, tem sido fundamental para implementar as políticas saudáveis Let’s Move e Healthy Eating do presidente Obama e a Primeira-Dama. Ele trabalha com os melhores ingredientes, cultivados em hortas que adotamos em Madrid. Daí vêm as verduras e legumes que todos nós comemos na embaixada.