Entrevista a Fernando Belasteguín e Sanyo Gutiérrez | Esportes

Qual você diria que é o seu melhor recurso técnico?

B: a vontade de continuar melhorando dia-a-dia, escolheria como minha principal virtude.

G: eu Acho que sou muito perigoso quando a bola vem por cima. Eu diria que qualquer tipo de leilão é o meu melhor golpe.

Qual seu ponto fraco confesable?

B: Muitos! É Por isso que considero que devo melhorar em todas as facetas do jogo.

G: O voleio de direita.

Quem é o seu referente desportivo?

B: Eu gosto de muitos atletas: Messi, Nadal, Federer, Maradona, Michael Jordan… é que eu sou um louco do esporte e gosto de todos!

G: Como ídolos, Federer e Messi. Como referência no padel, Cristian Gutiérrez.

Como é que a vitória está mais orgulhoso?

B: eu Espero que o melhor triunfo que ainda está por chegar, ainda me restam cinco ou seis anos de padel.

G: o meu primeiro título internacional Maiorca 2011 com Sebastian Nerone.

Um momento em que tenha pensado jogar a toalha e por que

B: Quando eu tinha 18 anos na Argentina, havia conseguido os objectivos muito rápidos com o padel e deixe durante cinco ou seis meses de jogar a nível profissional para estudar e voltar ao futebol. Uma ligação de um colega que tinha ficado sem um companheiro para vir para jogar 30 dias a Espanha me fez retomar os treinos e desde essa vez (1999) não parei mais. Uma história um pouco louca que eu a descrevo em meu livro, Esta é a minha história.

G: Nunca. Tive sempre muito claro o que queria, desde os 13 anos disse à minha família que me viria a competir em Portugal. Passei por maus momentos que hoje me fazem mais forte.

O que tem o padel que não tenha outro esporte?

B: A nível amador, é um esporte com o que é fácil passar muito bem desde o primeiro dia que você entra em uma pista. Não conheço muitos esportes em que passar isso.

G: Se joga com o coração. Por ser um esporte no qual não se ganha muito dinheiro em comparação com os outros, você começa e segue pela paixão.

O padel viveu um boom há alguns anos em Portugal. Em que ponto está este esporte agora mesmo em nosso país?

B: A nível amador, ainda pode continuar a crescer ainda mais. A nível profissional, nós somos um produto muito novo que temos tudo para crescer. Temos que copiar e aprender de grandes esportes já consolidados. Mas nos falta muito a percorrer. Muitos anos mais!

G: A verdade que pelo o que eu vejo quando treino é que a cada dia joga mais pessoas, mas não estou seguro disso. O saberá melhor o dono de algum clube ou alguém relacionado com uma marca de pás. Em torneios, o público é cada vez maior.

Três dicas básicas para alguém que está começando no padel

B: Simplesmente, que se divirta. E se você quer aprender mais rapidamente, que se coloque nas mãos de um professor. Certamente perto de sua casa terá um clube e muitos professores com vontade de ensinar.

G: se Divertir em primeiro lugar, ter aulas e usar o material adequado para prevenir lesões.

Fernando, sempre se orgulhou de sua ação solidária relacionada com o esporte. Fale-nos um pouco da escola de padel que você tem na Argentina

B: É o melhor que já me aconteceu na minha carreira esportiva, poder ter uma escola de crianças “especiais” com o meu nome. E sempre vou dizer que são “especiais” porque não têm nenhuma das misérias (inveja, mentira, falsidade, rancor…) que temos que nos consideramos normais.

Catorze anos consecutivos como a número 1, Fernando. Qual é o segredo?

B: e a vontade de melhorar a cada dia. O dia que eu retire vou estar mais orgulhoso de ter dado tudo que dos 14 anos consecutivos como a número 1 do mundo.

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