Treinando com… Javier Estrada | Fitness

Se a primeira impressão é a que fica, Javier Estrada, apresentador do programa bem sucedido “Ao pé da letra”, começa com bom idem: 10 pontualidade. Após o encontro, entramos nas magníficas instalações do ginásio Virgin Active, no centro comercial Heron City de Barcelona. Começamos a conversar. Mas sabemos de seu passado como jogador de tênis profissional, queremos saber a história de primeira mão. “Aos 14 anos, já despontava com uma raquete nas mãos”, recorda, “e logo depois me tornei profissional”.

Eram tempos duros em que aconteciam os treinos. “Dedicava 30 horas semanais, das quais nove eram de preparação física”, confessa. “Meu ponto forte sempre foi a condição física. Quanto mais se alegrava um jogo, mais chances tinha de ganhar”. Mas a vida também joga duro e em um desses reveses duas mãos, Javier sofreu uma hérnia de disco que lhe obrigou a passar três meses escayolado e na cama. Ponto de partida: o nosso protagonista teve que deixar a quadra e afastar-se da alta competição para sempre.

Muito as coisas mudaram desde então. De fato, Javier confessa que agora, fisicamente falando, é o contrário que em seus anos de glória esportiva. “Eu começa a falhar o fundo”, diz ele, “e se eu perder o primeiro set, dificilmente remontaré o jogo”.

Agarrando-se a sua modéstia, Javier Estrada insiste em dizer que não está em forma. Sua aparência a contradiz. Confirmo a sua natureza de excelente atleta quando tira suas esponjas para a aderência de barras e halteres. Só alguém que sabe o que é treinar as leva sempre consigo.

Levo um minuto com ele e tenho a sensação de que somos amigos de toda a vida. Apesar de sua educação e modéstia lhe impedem de se orgulhar disso, não me cabe nem a mais mínima dúvida de que é capaz de fazer bem qualquer coisa que se proponha. A questão é saber se você também triunfará com nosso treinamento.

Se a primeira impressão é a que fica, Javier Estrada, apresentador do programa bem sucedido “Ao pé da letra”, começa com bom idem: 10 pontualidade. Após o encontro, entramos nas magníficas instalações do ginásio Virgin Active, no centro comercial Heron City de Barcelona. Começamos a conversar. Mas sabemos de seu passado como jogador de tênis profissional, queremos saber a história de primeira mão. “Aos 14 anos, já despontava com uma raquete nas mãos”, recorda, “e logo depois me tornei profissional”.

Eram tempos duros em que aconteciam os treinos. “Dedicava 30 horas semanais, das quais nove eram de preparação física”, confessa. “Meu ponto forte sempre foi a condição física. Quanto mais se alegrava um jogo, mais chances tinha de ganhar”. Mas a vida também joga duro e em um desses reveses duas mãos, Javier sofreu uma hérnia de disco que lhe obrigou a passar três meses escayolado e na cama. Ponto de partida: o nosso protagonista teve que deixar a quadra e afastar-se da alta competição para sempre.

Muito as coisas mudaram desde então. De fato, Javier confessa que agora, fisicamente falando, é o contrário que em seus anos de glória esportiva. “Eu começa a falhar o fundo”, diz ele, “e se eu perder o primeiro set, dificilmente remontaré o jogo”.

Agarrando-se a sua modéstia, Javier Estrada insiste em dizer que não está em forma. Sua aparência a contradiz. Confirmo a sua natureza de excelente atleta quando tira suas esponjas para a aderência de barras e halteres. Só alguém que sabe o que é treinar as leva sempre consigo.

Levo um minuto com ele e tenho a sensação de que somos amigos de toda a vida. Apesar de sua educação e modéstia lhe impedem de se orgulhar disso, não me cabe nem a mais mínima dúvida de que é capaz de fazer bem qualquer coisa que se proponha. A questão é saber se você também triunfará com nosso treinamento.

Começamos e nos colocamos a aquecer na passadeira. Acontece que este é precisamente o seu exercício favorito. “De fato, é o único que eu faço ultimamente”, confessa. Hoje não.

Passamos a testar a placa vibratória Power Plate. Fazemos cerca de isométricos de quadríceps e, já na segunda série, colocamos a máquina em cima. “Nunca tinha provado este tipo de aparelhos e adorei”, diz Javier enquanto estica as pernas. “Em três minutos você pode fazer o trabalho de um quarto de hora. Visto de fora, pode parecer que não faz nada, mas te garanto que amanhã terei dores musculares”.
Em seguida, nos dirigimos para a área de tonificação. Começamos o peito, com um press inclinado em que fazemos as quatro séries até a falha. Em seguida, passamos ao pec deck, onde fizemos mais quatro. “Não sei o que me acontece… normalmente levanto 10 quilos a mais”, afirma. O tranquilizo explicando que é normal: o inclinado levantam-se entre 10 ou 15 quilos a menos do que no horizontal.

Na vida de Javier Estrada há sempre tempo para o esporte. Ou pelo menos tenta. Arranhando minutos a conflitos de agenda (grava três programas por dia), consegue fazer uma hora de exercício por dia. “Todo mundo tem tempo para treinar”, diz. “Eu estou sempre em cima de uma bolsa com equipamentos esportivos, viagem onde a viagem e o que você faça. Não sou capaz de dormir em paz se eu não ganho uma boa ducha”.

Depois do peitoral, toca bíceps. Fazemos quatro séries de onda de barra, e quatro a mais do martelo. Embora nós estamos com as rígido, Javier quer mais. Surpreende-Me pidiéndome alguns fundos, quatro séries de 10 repetições nas paralelas. E, de sobremesa, ainda, precipitando-se na máquina de flexões. Mas é que, além disso, depois de trabalhar bíceps, completa oito dominadas perfeitas. “Quando eu tinha 14 anos, não podia fazer nem uma. Me dava muita raiva”, lembra. “Talvez por isso, quando passo na frente de uma barra, não posso evitar colgarme e fazer todas as que eu posso”. As flexões são uma constante em sua vida esportiva. “Quando eu vou treinar com meus amigos (quase todos antigos tenistas) jogamos o relógio: começamos por cinco dominadas e vamos subindo uma em cada série, até chegar a 12”.

E como é o trabalho no ginásio de pedra da Estrada? “Eu não posso ter uma rotina de treinamento para o uso, porque não sei quando poderei me passar o ginásio”, diz, “assim que, a cada vez que eu vou, eu tento fazer de tudo um pouco e treinar o corpo de forma completa: quatro séries de supino, quatro de bíceps, quatro de fundos, quatro de flexões e uma carreira”. O que não lhe falta razão: é um bom conselho para aqueles com horários difíceis.

Na sala de musculação seguimos com uma série de abdominais. “Desde que fui diagnosticada com a hérnia, tento fazer 500 por dia”, diz. E sublinha, levantando-se um pouco a camisa. Uma parede abdominal bem trabalhada confirma que não mente. Com tudo, eu aconselho que saia o ritmo. A questão é reduzir a quantidade e aumentar a intensidade. Se o demonstrar com fatos: completamos uma série de psiquiatras com movimentos mais lentos, para que assim a sua volta sofrer menos, primeiro na esteira e depois sobre a bola suíça. “Tenho notado mais esforço e em menos tempo. Eu usarei essa rotina”, promete.

Para terminar a sessão, exercícios de estabilidade. A perna apanhe sobre o bosu (plataforma acolchoada de 65 cm de diâmetro e em forma de meia esfera), passamos a uma bola medicinal de três quilos. Se lhe vêem maneiras e vai sobrado perícia: apesar de não ter feito este exercício, consegue manter o equilíbrio.

Terminando a sessão, Javier volta a surpreender. “Bem, eu vou fazer umas braçadas na piscina, que há muito que não nado”. E este é o tipo que assegura não ter um bom fundo físico?
Foi um treino duro, mas também divertido. Eu fico com uma anedota que ilustra perfeitamente o caráter de Estrada. Em uma das muitas ocasiões em que alguém se aproxima para parabenizá-lo pelo seu trabalho, coloca-se a meu lado e, abanando a cabeça, diz-me: “O melhor do meu trabalho é fazer as pessoas felizes”. Como sempre, diz a sério, sem pitada de condescendência. Um grande tipo.

Deixe uma resposta