LaMínima 25 anos

07 a 15/05 

  • Sábados e domingos, às 16h (infantil) e às 21h (adulto)
  • Na Sala Jardel Filho 
  • Classificação Indicativa: livre
  • Grátis 
  • Os ingressos estarão disponíveis na bilheteria uma hora antes da apresentação. Para retirá-los, será necessário apresentar o comprovante de vacinação da Covid-19 (físico ou digital), com no mínimo duas doses. 

Em comemoração aos 40 anos do CCSP, a casa recebe a Cia La Mínima para realizar uma Mostra de seu repertório, celebrando também os 25 anos do grupo. A companhia praticamente iniciou sua brilhante carreira dentro dos espaços do CCSP, e a partir desse inicial de trabalhos sempre ligados ao circo e durante anos de pesquisas, criação e elaboração de repertório, conquistou o aplauso do público em suas inúmeras apresentações, além de merecidos prêmios. Para essa Mostra, o grupo foi contemplado com o PROAC 38/2021.

Sobre o grupo 

A Cia LaMínima nasceu em 1997 com a estreia do espetáculo “LaMínima Cia. de Ballet”, encenado por Domingos Montagner (in memoriam) e Fernando Sampaio, oriundos do Circo Escola Picadeiro em São Paulo. Ali estava a dupla de palhaços “Agenor e Padoca”, sob a orientação do Mestre Roger Avanzi, o Palhaço Picolino. De lá pra cá, são 25 anos de trajetória ininterrupta e incontáveis apresentações de 18 espetáculos em teatros, picadeiros, escolas, ruas, praças, albergues, parques, igrejas e asilos, entre outros. Todos os lugares que se transformaram em palco ou picadeiro para a arte da palhaçaria. Uma arte exigente, que pede vocabulário e apuro técnico dos seus intérpretes, anos de prática, um profundo conhecimento de alma humana e, acima de tudo, generosidade.

PROGRAMAÇÃO 

07/05

21h – A Noite dos Palhaços Mudos 

08/05 

16h – À La Carte 

20h – A Noite dos Palhaços Mudos 

14/05 

16h – À La Carte 

21h – Ordinários 

15/05 

16h – À La Carte 

20h – Ordinários

SINOPSES:

À LA CARTE

Na periferia de um subúrbio perdido no espaço e no tempo, duas pessoas convivem onde o conforto passa longe e a segurança desconhece o endereço. Por vezes percebe-se a existência de vida fora daquele ambiente devido a algumas interferências sonoras. Um deles mostra-se muito tenso, um feixe de nervos obrigado ao constante exercício do controle para não estourar, o que o torna o mais caprichoso dos dois. O outro, dono de uma lógica peculiar, de tão conformado beira a estupidez. Mas algo os une como a verdadeiros irmãos: a fome, quer seja ela de alimento, ou mesmo de dignidade, de poder. Neste terreno impreciso, onde da mesma fonte brota o alimento e a arma letal, a fantasia se mostra tão fundamental quanto o trigo na composição de um prato que possa saciar a fome, tanto das formigas quanto das cigarras. Até que seja novamente despertada.

A NOITE DOS PALHAÇOS MUDOS

Os Palhaços Mudos são seres que habitam a cidade e dedicam-se a praticar palhaçadas. Existe uma Seita, no entanto, que os considera uma ameaça alarmante e os persegue, na tentativa de extingui-los. Numa noite de caça a dois Palhaços, conseguem capturar apenas um e na tentativa de matá-lo, conseguem apenas arrancar seu nariz. O pobre mutilado escapa, e não conseguindo suportar a vergonha ele se desespera. Surge então o segundo Palhaço Mudo, que entende o que aconteceu e arrasta-o para um ousado resgate nasal. Perseguições em meio às sombras misturam-se a truques de magia, números musicais e outros absurdos cômicos, para apresentar os conflitos entre intolerâncias contemporâneas e a lógica do palhaço, se é que ela existe.

ORDINÁRIOS

Em algum lugar, três soldados formam um pelotão improvável. Diante da angústia da espera, esmeram-se em treinamentos até finalmente receber uma missão. Quanto mais avançam pelo território inimigo, fica evidente os segredos que um esconde do outro e o quanto são inadequados para o mundo da guerra. Mas afinal quem é adequado para a guerra?

Ficha técnica

À LA CARTE 

Direção: Leris Colombaioni | Roteiro: Paulo Rogério Lopes | Elenco: Fernando Sampaio e Filipe Bregantim | Direção de Atores: Carla Candiotto | Cenografia: LaMínima | Figurinos e adereços: Inês Sacay | Iluminação e Assistente de Cenografia: Liu Koseki | Trilha sonora: Domingos Montagner | Operação de luz: Renata Fongaro | Operação de som: Luana Alves | Direção de Produção e Administração: Luciana Lima | Produção Executiva: Priscila Cha | Produção e Administração: Chai Rodrigues | Assistência de Produção: Vanessa Zanola | Vídeos, Imagem e Edição: Cleciane Tomé.

A NOITE DOS PALHAÇOS MUDOS 

Texto: Laerte | Adaptação e roteiro: La Mínima e Alvaro Assad | Colaboração: Paulo Rogério Lopes | Direção e preparação mímica: Alvaro Assad | Elenco alternante: Fernando Sampaio, Fernando Paz, Filipe Bregantim e Marcelo Castro | Música Original: Marcelo Pellegrini | Iluminação: Wagner Freire | Figurinos: Inês Sacay | Cenografia: LaMínima | Adereços: Maria Cecilia Meyer | Assessoria técnica de Magia: Volkane | Coreografia: Sergio Rocha | Direção de Produção/Administração: Luciana Lima | Produção Executiva: Priscila Cha | Produção e Administração: Chai Rodrigues | Assistência de Produção: Vanessa Zanola | Supervisão Geral: Fernando Sampaio.

ORDINÁRIOS 

Concepção: Alvaro Assad, Fernando Paz, Fernando Sampaio e Filipe Bregantim | Roteiro: Newton Moreno, Alvaro Assad e LaMínima | Assistente de Dramaturgia: Almir Martines | Direção e Preparação Mímica: Alvaro Assad | Direção musical e música original: Marcelo Pellegrini | Elenco: Fernando Paz, Fernando Sampaio, Filipe Bregantim | Iluminação: Marcel Alani | Figurino e Visagismo: Carol Brada | Cenografia: LaMínima | Adereços: Dario França, Juciê Batista e Reticências | Assessoria técnica de Magia: Ricardo Malerbi | Operação de Som: Luana Alves | Contrarregragem: Karen Furbino | Direção de produção: Luciana Lima | Produção executiva: Priscila Cha | Produção: Chai Rodrigues | Assistência de produção: Vanessa Zanola | Supervisão geral: Fernando Sampaio.

 

 

 

A programação acontecerá de acordo com os protocolos de segurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias em prevenção à propagação do vírus da Covid-19, sendo obrigatório a apresentação do comprovante de vacinação (físico ou digital) com no mínimo duas doses.

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É obrigatório comprovante de vacinação.

O álcool gel estará disponível no local.

Fonte: Centro Cultural

Créditos de todas as imagens: Centro Cultural

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